sexta-feira, 14 de março de 2008




...Prendeu uma pipa em minha janela.

Subiu em mim para ter sua pipa de volta. De repente, sou gigante que se escala.

De repente, sinto cócegas com suas pequenas mãos que se apoiam em minha cintura, um pé em meu joelho, um impulso...


O vento bate em meu rosto e entra pelo quadrado grande. A pipa não se move. Brilha no raio da lua. Imóvel fico, quando pequeno se apossa das partes de meu corpo.

E pequeno continua no alto de mim, com a pipa no ar.


Pena que não vejo seu rosto, pequeno na minha mão.

13 comentários:

Akinogal disse...

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incompletudes disse...

Tá sumida!

passei pra deixar um beijo e você mais uma vez arrasa no texto.

beijoca, boa semana

K.

PatSodré disse...

Tenho precisado criar asas!

Larissa Santiago disse...

XUxa Quengaaaaaaaaaaa
sahsua
sauhsuas
shauhsuas
te adoroo Cel!

Si disse...

E voei também...

Marcelo Mendonça disse...

poesia linda! adorei, quero mais

anarresti disse...

obrigado pela visita no carteiro.
abraço.

Eliana Mara disse...

Celine, grata pelo passeio lá na nossa casa.
Somos vizinhas...
Gostei dos teus textos. Estou olhando os outros cômodos.
Apareça no Mundo:
http://inscricoessempreabertas.blogspot.com/

Por onde você anda aqui na beira-mar soteropolitana?
Beijos

Larissa Santiago disse...

ahh me lembreii.. tow lendo o tal caçador de pipassss...

Shakadal disse...

See here or here

The Immature Girl disse...

adoro essas coias que se apoderam de nós, sem serem convidadas, hehehehe...
bjus!

Isa Dora disse...

Oi Celis.. Voltando a esse espaço tão poético...

:)

RIC@RDO disse...

Lindo!
Muito belo teus textos!
Sempre que posso passo aqui para encher os olhos e a alma com palavras como estas.

Bjo guria!