terça-feira, 17 de junho de 2008

De portas abertas eu deixo você entrar, pegar o que eu pedi e me dar o que eu preciso.
Com toda invasão eu vejo você mexer no que é meu e eu nem brigo. Eu me obrigo a ter certeza do que você faz e te ajudo a não sofrer comigo.
Você tem tudo aberto para mudar o que eu desejo, e eu só consigo sofrer por não sentir. Não sinto dor, nem horror, nem vejo as cores.
Eu durmo enquanto você cochilando me tira a essência e eu prometo em sonho mais duzentos anos para me recompor do que é meu .
Sem direito eu te deixei de fora, e com direito de fora de mim.
Não tento explicar e nem me peço um motivo. Você sempre caminhou comigo e aos poucos eu te monto de novo com ajuda de mãos que você merece e te tenho pra sempre.

15 comentários:

gambling online disse...

What a great moment of reading blogs.

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Such a nice blog. I hope you will create another post like this.

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Well done for this wonderful blog.

A Outra disse...

ai, frozinha.
que lindo, que triste...

bjssss

Rodrigo Carreiro disse...

É bonito mesmo... Parabens!

RodOgrO disse...

Celine, se você não é poetisa, deveria ser. Seus textos são fantásticos, belos demais! Quero mais!

Larissa Santiago disse...

mais uma vez, texto e dor.
cada vez mais linda!
beijos, flor!

Larissa Santiago disse...

mais uma vez, texto e dor.
cada vez mais linda!
beijos, flor!

sarah k disse...

... ui, que triste, mas ao mesmo tempo tão lindo ... Mexe com tudo por dentro.

bjs e bom São João!
:)

Isa Dora disse...

você escreveu pensando na minha vida. haha.

adorei Celis.

sarah k disse...

e aí, como foi de Saõ João? ...passando prá dar um oi.

;-)

avessodoavesso disse...

snif snif
q profundo!

>>

Raquel disse...

Gostei. No meu ponto de vista, não vi dor...

Larissa Nascimento disse...

Se só assim existe amor? Tinha que ser assim... E até nessa dor existiu beleza. Lindo Celi.