terça-feira, 6 de abril de 2010

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A primeira conversa. Com pressa de acabar para não tão cedo. Ele numa brecha para abrir certa porta. Eu como viajante, passando por aquele momento. Solta. Ao som.
Se os cabelos fossem outros, talvez. Gosto de sua arte de longe. Sem vontade de pegar, sentir cheiro da tinta.
Ele me viu sambar e pensou que fosse pandeiro. Sou samba de raiz. Pandeiro colorido.
Pegou meu samba ligeiro e como tinta secou. Unica conversa, me despedi. Virei imagem preta e branca dentro de cabelos coloridos.
No silencio da ultima conversa. Lembrei que não gosto. Não tem letra. Bom é samba ao pé do ouvido.


7 comentários:

Francine disse...

Lindo flor! Essa prosa está parecendo um pema! :)

Beijos!

Paty Silva disse...

"Virei imagem preta e branca dentro de cabelos coloridos. "

Problema é que até o preto e branco se alegra quando dentro do conjunto (cabelos) colorido.

Tá lindo!

PatSodré disse...

eu gostei.

e muito.

Larissa Santiago disse...

kkkkkkkkkkk
só pensei em Rafa

Larissa Santiago disse...

kkkkkkkkkkk
só pensei em Rafa

jorginho da hora disse...

essas metaforas musicais deixa qualquer namorado com a pulga atras da orelha. Mas, falando em musica adoro em mulheres flautistas.

Mils beijos !

Marcelo Mendonça disse...

samba canção, samba poema