sábado, 7 de agosto de 2010

tarde


Teve o tempo a seu favor. Suas tardes, seus plásticos. Escolheu no automático o volume. Se deixou deliciar. Sentiu falta. Aquela luz distante, o cheiro de amarelo. Viu que das letras surgia o que tanto procurava. Mas para satisfazer só podia ir na fonte. Vogais.

Subiu a ladeira correndo como se tivesse baterias nos pés. No alto teve que parar. Nada de especial. Nem a brisa o acompanhava. Só era saudade. Vontade de tá fazendo igual. Não morreu como tava pensando. Voltou para seu tempo.
Tinha que lhe fazer esse favor.

5 comentários:

Nu ! disse...

eu acho que esses momentos nostalgia tem super a ver comigo. :)

Valeu pela visita ^^
gostei de ler seus comentários. E não. Não estou grávida. Láele!!

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá, belo texto...Espectacular....
Cumprimentos

Franklin Marques disse...

surpresas, fantasias, correrias d'um bom dia, fim de tarde quando a gente morre pra nascer n'outro dia...

Patty Diphusa disse...

Isso me lembra uma frase de quem não lembro o nome, morrer de vez em quando é a única coisa que acalma.

Lindo. bjs

Anônimo disse...

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