domingo, 8 de maio de 2011

papel


Um pedaço de papel amassado. Um milhão de rabiscos mal traçados.
Uma tinta que não solta fácil. Uma borracha que só se vê de longe.
Um amargo na ponta do dedo. Um rasgo na ponta do queixo.
Uma poça de tinta no chão.
Nenhum quadro feito. Nenhum pincel por perto.
Uma pessoa sem jeito com um dos braços abertos.

5 comentários:

daniayres disse...

Adoooro qnd deixa fluir esse seu lado. Lindo!!!

PatSodré disse...

É assim nesse meu momento. Desordem, um tanto de angústia e muita esperança.

Vou pintar minhas paredes com a cor que eu escolher.

#gostei

Verbo Livre disse...

Eu acho mesmo eh que devem-se abrir os dois bracos, que eh pra se entregar de verdade.

Larissa Santiago disse...

abre mais os braços, que naturalmente as cores vem.

saudade!

ana f. disse...

na cor do esmalte que você vai escolher