Todos arrotavam. Alto, longe. E riam, e rolavam.
E eu rolava, mas forçava à toa, um estrondo que não vinha.
Um trovão sem medo. Um vazio instalado.
Um alívio que custava a chegar.
Eu preciso aprender a aliviar. E revidar meu som.
E correr aos gritos. E preparar de novo.
Um arroto meu, que eu vou ouvir e rir, e me jogar.
Ficar lá.
Até não sair mais nada.
2 de vocês:
Nem tao ao pe da letra assim. Ja entendi tudo. Voce precisa aprender a arrotar.
Vai tentando que uma hora você consegue, rs
Postar um comentário